USF Oceanos

A Unidade de Saúde Familiar Oceanos iniciou a sua atividade assistencial no ano 2000, ainda como RRE, e mais tarde em 2008, como Modelo B, na Missão para os Cuidados Primários do Ministério da Saúde. Somos 25 elementos (nove médicos, nove enfermeiros e sete secretárias clínicas) organizados por equipas de saúde multidisciplinares direcionadas para os cuidados de saúde primários ao utente/ família/ comunidade.

A USF Oceanos está integrada na Unidade Local de Saúde de Matosinhos, EPE, que inclui o Hospital Pedro Hispano e restantes Unidades de Saúde do Concelho de Matosinhos. Esta relação próxima dos Cuidados Primários e Hospital proporciona um acompanhamento integral dos utentes da comunidade nas diferentes fases da vida e na prevenção, tratamento, recuperação e continuidade de cuidados.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Alterações ao Plano Nacional de Vacinação - PNV 2017

Em 2017 entra em vigor um novo Programa Nacional de Vacinação (PNV). Sublinhando a importância da vacinação ao longo do ciclo de vida, a atualização do PNV consiste em novos esquemas vacinais gerais, em função da idade e do estado vacinal anterior e ainda esquemas vacinais específicos para grupos de risco ou em circunstâncias especiais.
Principais atualizações
  • Aos 2 e aos 6 meses de idade, a vacina contra a hepatite B, a vacina contra a doença invasiva por Haemophilus influenzae, a vacina contra a difteria, tétano e tosse convulsa e a vacina contra a poliomielite são administradas com uma vacina hexavalente;
  • Aos 5 anos de idade, faz-se a segunda dose de vacina combinada contra o sarampo, parotidite epidémica e rubéola;
  • Aos 10 anos de idade, as raparigas fazem a primeira dose de HPV9 (vacina contra infeções por vírus do papiloma humano de 9 genótipos);
  • As mulheres grávidas, entre as 20 e as 36 semanas de gestação, são vacinadas contra a tosse convulsa com a vacina contra o tétano, difteria e tosse convulsa;
  • Os reforços da vacina contra o tétano e difteria em adolescentes e adultos, ao longo da vida, são alterados: a primeira dose aos 10 anos de idade, continuação com reforços aos 25, 45, 65 anos de idade e, posteriormente, de 10 em 10 anos.
  • Às pessoas com risco acrescido para determinadas doenças, recomenda-se ainda as vacinas: contra tuberculose, infeções por Streptococus pneumoniae e doença invasiva por Neisseria meningitidis.

A Direção-Geral da Saúde, coordenadora do Programa, sublinha que uma elevada cobertura vacinal permite imunizar quem é vacinado, mas também evitar a propagação de doenças, uma vez que a imunidade de grupo impede a circulação de agentes patogénicos.
O Programa Nacional de Vacinação já mudou o perfil das doenças infeciosas em Portugal. É um assinalável sucesso: reduziu a mortalidade infantil, erradicou a varíola e eliminou a paralisia infantil, a rubéola e o sarampo. Outras doenças seguir-se-ão a caminho do passado.
Para saber mais, consulte o Documento do PNV 2017 Completo:

Retirado do site da DGS

domingo, 15 de janeiro de 2017

Proteja-se e proteja também os outros da gripe


              Vídeo "Etiqueta respiratória"
              Vídeo "Cuidados com o frio"

Perguntas frequentes sobre a gripe sazonal


O que é a gripe? A gripe é uma doença aguda viral que afeta predominantemente as vias respiratórias.
Em que altura do ano é que surge a gripe? 
A gripe ocorre, geralmente, entre Novembro e Março, no hemisfério Norte, e entre Abril e Setembro, no hemisfério Sul (meses frios locais), pelo que é designada por sazonal (relacionada com a estação do ano). Nos anos mais recentes a maior atividade gripal tem sido observada entre os meses de dezembro e fevereiro.  
    
Só há gripe quando chove e está frio? Não. Mesmo durante os Invernos mais amenos, menos frios e chuvosos, há gripe.

O que é uma epidemia de gripe? 
É a ocorrência de casos de gripe em número superior ao esperado numa determinada comunidade ou região.

Como se transmite a gripe? 
O vírus é transmitido através de partículas de saliva de uma pessoa infetada, expelidas sobretudo através da tosse e dos espirros, mas também por contacto direto com partes do corpo ou superfícies contaminadas (por exemplo, através das mãos).

Qual o período de incubação? 
O período de incubação (tempo que decorre entre o momento em que uma pessoa é infetada e o aparecimento dos primeiros sintomas) é, geralmente, de 2 dias, mas pode variar entre 1 e 5 dias.

Qual o período em que uma pessoa infetada pode contagiar outras? O período de contágio começa 1 a 2 dias antes do início dos sintomas e vai até 7 dias depois; nas crianças este período pode ser maior.

Quais os sintomas/sinais da gripe? No adulto, a gripe manifesta-se por início súbito de mal­estar, febre alta, dores musculares e articulares, dores de cabeça e tosse seca. Pode também ocorrer inflamação dos olhos. 
Nas crianças, os sintomas dependem da idade. Nos bebés, a febre e prostração são as manifestações mais comuns. Os sintomas gastrintestinais (náuseas, vómitos, diarreia) e respiratórios (laringite, bronquiolite) são frequentes. A otite média pode ser uma complicação frequente no grupo etário até aos 3 anos. Em crianças mais velhas os sintomas são semelhantes aos do adulto.

A gripe e a constipação são a mesma doença? Não. Os vírus que as causam são diferentes e, ao contrário da gripe, os sintomas/sinais da constipação são limitados às vias respiratórias superiores: nariz entupido, espirros, olhos húmidos, irritação da garganta e dor de cabeça. Raramente ocorre febre alta ou dores no corpo. Os sintomas e sinais da constipação surgem de forma gradual, enquanto que na gripe o inicio é súbito. 

Como se diagnostica a gripe? 
O diagnóstico é essencialmente clínico, através da identificação dos sintomas e sinais.

Qual a gravidade da gripe? A gripe é, habitualmente, uma doença de curta duração (3 a 4 dias) com sintomas de intensidade ligeira ou moderada, evolução benigna e recuperação completa em 1 ou 2 semanas. 
Nas pessoas idosas e nos doentes crónicos a recuperação pode ser mais longa e o risco de complicações é maior, nomeadamente, pneumonia e/ou descompensação da doença de base (asma, diabetes, doença cardíaca, pulmonar ou renal).

Como se evita a gripe? A gripe pode ser evitada através da vacinação anual. Evitar o contacto com pessoas com a doença e lavar frequentemente as mãos ajudam a diminuir a probabilidade de contágio.

Quem deve ser vacinado contra a gripe? Devem ser vacinadas as pessoas que têm maior risco de sofrer complicações depois da gripe:
·      Pessoas com 65 e mais anos de idade, principalmente se residirem em instituições; 
·      As pessoas que tenham:
·      Doenças crónicas dos pulmões, do coração, dos rins ou do fígado;
·      Diabetes em tratamento;
·      Outras doenças que diminuam a resistência às infeções.
·      Grávidas

Quem não deve ser vacinado contra a gripe? 
As pessoas com alergia grave ao ovo ou que tenham tido uma reação alérgica grave a uma dose anterior da vacina contra a gripe.

A vacina contra a gripe funciona? Sim. A vacinação reduz muito o risco de contrair a infeção. Se for infetada, a pessoa vacinada terá um menor risco de ter complicações.

A vacina pode provocar a gripe? Não. A vacina contra a gripe não contém vírus vivos, pelo que não pode provocar a doença. No entanto, as pessoas vacinadas podem contrair outras infeções respiratórias virais que ocorrem durante a época de gripe e para as quais não há vacina.

A vacina dá proteção a longo prazo? 
Não. O vírus muda constantemente, surgindo novos tipos de vírus para os quais as pessoas não têm imunidade e a vacina anterior não confere proteção adequada. Por isso a vacina é diferente em cada ano.

Quando deve ser feita a vacinação? 
Como, em Portugal, o pico da atividade gripal tem ocorrido entre Dezembro e Fevereiro, a vacinação deve ser feita, preferencialmente até ao final do ano, podendo, no entanto, decorrer durante todo o Outono e Inverno.

Onde se compra a vacina?A vacina pode ser adquirida em farmácia, sendo necessária receita médica e beneficiando de uma comparticipação de 37% .

Quem pode fazer a vacina gratuitamente?
A vacina é gratuita para as pessoas com 65 ou mais anos, as residentes em instituições, as internadas em hospitais públicos ou na Rede de Cuidados Continuados Integrados, e para as que têm algumas doenças crónicas/condições: diálise, transplante, quimioterapia, trissomia 21 e outras. Contacte a sua unidade de saúde. 
A vacinação gratuita, tem sido progressivamente alargada a mais cidadãos incluídos nos grupos de risco mas não abrange a totalidade.

Como se deve guardar a vacina? 
Quando compra a sua vacina na farmácia, a vacina deve ser administrada logo que possível. Se a levar para casa para administração posterior, a vacina deve ser conservada dentro da embalagem, no frigorífico, entre +2º e +8ºC (nas prateleiras do meio do frigorífico e não na porta).

Gripe como proceder. Se estiver com gripe, o que fazer? 
Cuide-se
·    Fique em casa, em repouso;
·    Não se agasalhe demasiado;
·    Meça a temperatura ao longo do dia;
·    Se tiver febre pode tomar paracetamol (mesmo as crianças). Não dê ácido acetilsalicílico às crianças;
·    Se está grávida ou amamenta não tome medicamentos sem falar com o seu médico;
·    Utilize soro fisiológico para a obstrução nasal;
·  Não tome antibióticos sem recomendação médica. Não atuam nas infeções virais, não melhoram os sintomas nem aceleram a cura;
·    Beba muitos líquidos: água e sumos de fruta;
·   Se viver sozinho, especialmente se for idoso, deve pedir a alguém que lhe telefone regularmente para saber como está.

Evite transmitir a gripe
·    Reduza, na medida do possível, o contacto com outras pessoas;
·    Lave frequentemente as mãos com água e sabão. Caso não seja possível, utilize toalhetes;
·   Use lenços de papel de utilização única (deite nos sanitários ou no lixo comum);
·   Ao espirrar ou tossir proteja a boca com um lenço de papel ou com o antebraço; não utilize as mãos.

Se tiver dúvidas, telefone para a Saúde 24: 808 24 24 24

Gripe: Proteja-se! 

Faça chuva ou faça sol, vacine-se a partir de outubro e até ao final do Inverno. 

Consulte o seu médico.  

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Vírus da gripe potencialmente grave este ano

Este ano, o vírus da gripe é potencialmente grave e está associado a um elevado número de mortes. O alerta é dado pela Direção-Geral da Saúde, que aconselha a vacinação de pessoas mais vulneráveis. As vacinas estão preparadas para o vírus H3N2, que vai ser predominante nas gripes deste ano.
Clique para ver a reportagem na SIC Notícias

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

VACINA DA GRIPE GRATUITA PARA UTENTES COM 65 OU MAIS ANOS

VACINA DA GRIPE GRATUITA  PARA UTENTES COM 65 OU MAIS ANOS

Todos os dias úteis a partir de
  3 de Outubro de 2016

Manhã: das 9h às 12h   Tarde: das 15h às 18h
Marcação e toma no próprio dia

A partir de 2 de Novembro 2016 
Marcar na secretaria para o enfermeiro de família respectivo.

À chegada retirar senha com a sua vez e dirigir-se à secretaria para efetivar consulta.


 Avisos:
·  Utentes que fazem 65 anos ainda em 2016 também estão abrangidos.
· 
As vacinas da gripe para outras idades devem ser compradas com receita médica e marcadas previamente para o enfermeiro de família correspondente



sexta-feira, 21 de outubro de 2016

App MySNS



Numa perspetiva de aumentar a proximidade junto do utente e a transparência dos serviços prestados foi desenvolvido o novo Portal do SNS já publicitado em artigo anterior.

Uma novidade é que foi lançada a App MySNS que é uma aplicação oficial do Serviço Nacional de Saúde e é a ligação móvel a este portal e aos serviços digitais da saúde, havendo versão para Android e IOS.



O MySNS é uma ferramenta que permite:
  • Consultar notícias do Serviço Nacional de Saúde;
  • Consultar informação de saúde;
  • Disponibilizar uma lista e mapa instituições de saúde (Hospitais, Cuidados de Saúde Primários e Farmácias);
  • Avaliação da qualidade e satisfação do SNS pelos cidadão;
  • Consulta de informação da Linha Saúde 24;
  • Receber notificações tais como alertas de calor, etc, associadas à sua localização.



segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Blog Nutrimento - Como identificar uma escola amiga da Boa Alimentação?

Cada vez mais existe uma consciencialização de que aquilo que comemos é importante para a nossa saúde presente e futura, isto tanto em termos físicos como em hábitos de vida saudáveis.


Com o objectivo de continuidade e melhoria desta ideia foi criado o Blog NUTRIMENTO onde regularmente são colocadas ideias, notícias e ferramentas que nos ajudarão a manter no caminho certo.



E por falar em futuro e mudança de hábitos de vida, que melhor sítio para isso que a escola. Mas...


COMO IDENTIFICAR UMA ESCOLA AMIGA DA BOA ALIMENTAÇÃO?

Agora que o ano letivo está prestes a se iniciar, o que deve uma escola disponibilizar do ponto de vista alimentar, para a tornar exemplar?


Deixamos algumas sugestões para identificar quando uma escola se torna amiga da saúde alimentar do seu educando. Ou então, em que áreas poderá fazer sugestões para a melhoria do serviço alimentar, dado que a oferta alimentar escolar é determinante no desempenho intelectual e físico das crianças, bem como na sua vida futura.

1- As EMENTAS da escola devem estar sempre afixadas, semanalmente, em locais visíveis e descrever com algum detalhe o que será servido. Em certos casos, as ementas podem até ser enviadas ou afixados em formatos digitais na internet.

2- Da DESCRIÇÃO DAS EMENTAS é possível perceber o que vai ser servido? Ou nomes como “Salada colorida” ou “Arroz à moda da tia Rosa” impedem uma fácil perceção dos alimentos a serem servidos nesse dia ?

3- A escola promove a utilização do REFEITÓRIO?

4- O REFEITÓRIO e os outros espaços dedicados à alimentação são agradáveis, confortáveis, com mobiliário adequado e decorados com temáticas do agrado dos alunos (e de preferência da autoria dos mesmos)?

5- O ESPAÇO para o número de alunos previsível parece-lhe adequado?

6- Existe algum esforço ou investimento para a REDUÇÃO DO RUÍDO no refeitório?

7- Existe alguma ESTRATÉGIA pensada ou comunicada para ao longo do ano, existir envolvimento dos alunos, dos encarregados de educação ou da comunidade, nos momentos da refeição ou em torno dos temas da alimentação saudável?

8- A escola promove atividades que permitem a APRENDIZAGEM sobre alimentos e hábitos saudáveis como: degustação de alimentos e aprendizagem de novos sabores, hortas escolares/pedagógicas, participação em visitas de estudo a locais agrícolas e de produção de alimentos locais?

9- Existem atividades que promovem a capacitação dos estudantes para a CONFEÇÃO SAUDÁVEL de alimentos (competências básicas), de preferência, utilizando as instalações da escola ?

10- Existem algumas RECOMENDAÇÕES ou trabalho previsto com os encarregados de educação para a entrada (ou não) de determinados alimentos, provenientes do exterior, na escola ?

11- A ÁGUA POTÁVEL está disponível em todo o recinto escolar (bebedouros bem distribuídos pela escola e em bom estado, jarros de água nos bufetes, jarros de água abundantemente distribuídos ao longo das mesas do refeitório e sempre com água disponível) ?

12- A escola conhece e cumpre a legislação que proíbe o MARKETING DE ALIMENTOS E BEBIDAS dentro do recinto escolar (cartazes, livros, brinquedos associados a marcas,…) ?

13- Na eventualidade de dinamizar FESTAS DE ANIVERSÁRIO e outros eventos escolares, a escola recorre a alimentos e bebidas saudáveis (Consultar recomendações para festas de aniversário mais saudáveis) ou existem regras sobre este assunto nos regulamentos internos da escola ?

14- A escola RECOMPENSA os alunos pelo bom desempenho sem recurso a géneros alimentícios (pouco saudáveis), como por exemplo: mais tempo de intervalo, diploma, lápis, livros para colorir, autocolantes, dançar, ver um filme, jogos (puzzles,..) ?

15- Existe algum compromisso para que os Professores, Diretores, Assistentes operacionais e restantes funcionários que colaboram com a escola sejam um EXEMPLO DE HÁBITOS SAUDÁVEIS ? A escola tem alguma estratégia nesse sentido? Exemplos simples como a presença de uma cesta de fruta na sala de Professores, água como bebida sobretudo na sala de aula, participação nos momentos das refeições com opções saudáveis…?

16- No caso de possuir bufete (2.º e 3.º ciclos e secundário), a escola CUMPRE COM AS ORIENTAÇÕES emanadas pela Direção-Geral da Educação (documento disponível aqui) ?

Pedro Graça
Sofia Mendes de Sousa
Rui Matias Lima

Retirado de: http://nutrimento.pt/noticias/como-identificar-uma-escola-amiga-da-boa-alimentacao/

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Por uma gravidez saudável - Informações sobre Toxoplasmose

O que é a toxoplasmose?

É uma infecção causada por um parasita, o Toxoplasma gondii. Este pode estar presente em vários animais mamíferos e também em aves.

O Homem adquire a infecção ao ingerir alimentos contaminados – mal lavados ou pouco cozinhados.

Não se transmite de pessoa para pessoa.


É importante, principalmente na mulher grávida, pelo risco de transmissão ao bebé, o que pode comprometer o seu desenvolvimento.

Assim, em análises, antes ou durante a gravidez, é possível saber se há risco desta infecção - se está ou não imune.

Não Imune...
O resultado das suas análises informou que se encontra “não imune” à toxoplasmose? Isto significa que nunca teve contacto com este parasita e, por isso, o seu sistema imunitário não teve necessidade de se defender dele.

...E agora?
Deve evitar que um possível contacto ocorra durante a gravidez, para proteger o seu bebé.
Para além dos cuidados comuns a todas as grávidas, deve ter outros em atenção, nomeadamente com a alimentação e contacto com animais.


Alimentação
  • Comer a carne sempre bem passada.
  • Cozinhar bem os ovos.
  • Evitar produtos lácteos não pasteurizados.
  • Lavar muito bem todos os alimentos crus (fruta, legumes e vegetais).


Outros cuidados
  •  Lavar sempre as mãos após manusear carne ou outro alimento cru.
  • Lavar bem a loiça e os utensílios de cozinha após cada refeição.
  • Usar luvas ao fazer jardinagem.

  
E ainda… Se tem gatos em casa:
  • Evite alimentá-los com carne crua.
  • Limpe diariamente o recipiente dos dejetos, use luvas sempre que o manusear e lave bem as mão após este procedimento.


Tome estes cuidados. Proteja-se a si, para proteger o seu bebé!



Elaborado por: Márcia Pereira Leite, Sofia Faria, Céline Gama

Médicas Internas de Medicina Geral e Familiar | ULS de Matosinhos

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Infertilidade do casal


O que é a Infertilidade?
A Organização Mundial da Saúde define a infertilidade como uma incapacidade de obter uma gravidez após 12 meses ou mais de relações sexuais regulares e sem uso de contracepção.

Quais são as causas?
Existe um grande número de causas que podem provocar infertilidade tanto no homem como na mulher.
Aproximadamente um terço das causas é devido apenas ao homem, outro terço à mulher e o terço restante a uma combinação de fatores de ambos.

No homem, a baixa quantidade ou a má qualidade dos espermatozóides, ou ambos, é a causa mais frequente.

Os fatores que podem alterar a quantidade ou qualidade do esperma são:
  •  Consumo de tabaco,
  •  Lesões dos testículos (varicocelo, inflamações, infeções ou tumores),
  •  Exposição dos testículos a uma maior temperatura,
  •  Exposição a radiações,
  •  Alguns fármacos ou drogas.


Na mulher, as alterações na produção de hormonas ou no aparelho reprodutor, com frequência na trompa (permite a passagem do óvulo até ao útero) podem ser a causa de infertilidade.
Em algumas situações a causa é desconhecida.


Que fatores que influenciam a fertilidade?
  •   Idade da mulher, de forma mais significativa acima dos 35 anos,
  •   Frequência das relações sexuais,
  •   Alterações significativas de peso (IMC <19 e >29 kg/m2),
  •   Consumo de tabaco, de álcool ou drogas ilícitas,
  •   Utilização de determinados medicamentos,
  •   Hábitos alimentares e estilos de vida,
  •   Certos tipos de trabalho/lazer,
  •   Exposição a radiações sem a devida protecção,
  •   Infecções genitais que possa ter tido.


Quando consultar o seu médico?

  • Se estão há 12 meses a tentar uma gravidez sem sucesso.

  • No caso da idade da mulher ser superior a 30 anos, podem consultar após 6 meses de tentativas.

  • Quando apresentam alteração do padrão hormonal (ciclos irregulares por exemplo).



Onde pode encontrar mais informações?
Sociedade Portuguesa de Fertilidade: http://www.apfertilidade.org/



 
Elaborado por Céline Gama | Márcia Leite| Sofia Faria.  Médicas Internas de Medicina Geral e Familiar