USF Oceanos

A Unidade de Saúde Familiar Oceanos iniciou a sua atividade assistencial no ano 2000, ainda como RRE, e mais tarde em 2008, como Modelo B, na Missão para os Cuidados Primários do Ministério da Saúde. Somos 25 elementos (nove médicos, nove enfermeiros e sete secretárias clínicas) organizados por equipas de saúde multidisciplinares direcionadas para os cuidados de saúde primários ao utente/ família/ comunidade.

A USF Oceanos está integrada na Unidade Local de Saúde de Matosinhos, EPE, que inclui o Hospital Pedro Hispano e restantes Unidades de Saúde do Concelho de Matosinhos. Esta relação próxima dos Cuidados Primários e Hospital proporciona um acompanhamento integral dos utentes da comunidade nas diferentes fases da vida e na prevenção, tratamento, recuperação e continuidade de cuidados.

terça-feira, 30 de junho de 2026

Resistência à Insulina

 

Resistência à Insulina: o que acontece no organismo e porque é tão importante preveni-la?

A Diabetes Mellitus tipo 2 (DM2), descontrolo da glicemia (açúcar no sangue), é a forma mais frequente de diabetes e resulta, na maioria dos casos, de um processo gradual de resistência à insulina associado à incapacidade progressiva do pâncreas em compensar essa resistência. Embora esteja muito ligada ao excesso de peso, ela não é igual para todos. Já foram descobertos, vários perfis diferentes de resistência à insulina o que explica por que razão cada pessoa reage de forma única à doença, exercício e alimentação.


Sabia que?
A resistência à insulina pode estar presente durante 10 a 20 anos antes do diagnóstico de diabetes tipo 2. Durante esse período, os níveis de açúcar no sangue podem ser aparentemente normais, enquanto o organismo produz quantidades cada vez maiores de insulina para compensar.

 

1. O que acontece no metabolismo?

Existem vários mecanismos conhecidos principais que podem ocorrer no nosso metabolismo:

  • Nos músculos: os músculos perdem a sensibilidade à insulina e deixam de conseguir guardar o açúcar para usar como energia;
  • No pâncreas: as células que fabricam a insulina começam a falhar ou a produzir em excesso para compensar a resistência criando um ciclo vicioso;
  • No intestino: as hormonas do intestino (incretinas) deixam de trabalhar em equipa com a insulina;
  • No fígado: este continua a produzir açúcar, mesmo quando o corpo já tem açúcar a mais no sangue;
  • Nas células de gordura - as células de gordura tornam-se resistentes à insulina para se protegerem de crescer demasiado e romper.

Curiosidade: através destes diferentes mecanismos, as pessoas reagem de forma diferente aos alimentos. Ou seja, algumas pessoas têm um pico de açúcar quando comem massa, enquanto outros reagem à batata. No entanto, o arroz branco tende a provocar aumentos significativos da glicemia na maioria das pessoas.

2. O papel da Insulina

O papel primário da insulina é gerir a energia do corpo, ordenando às células para capturarem açúcar e assim controlar os níveis deste no sangue. O corpo usa o açúcar como fonte principal de energia, logo este não pode descer demasiado, mas em excesso causa danos.

Por norma quando comemos uma refeição, o açúcar no sangue sobe. Das características desta subida, se é lenta ou rápida, vai depender a resposta do pâncreas e a quantidade de insulina libertada. O organismo utiliza primeiro este açúcar como fonte de energia imediata. O excesso é armazenado sob a forma de glicogénio nos músculos e no fígado e, quando estas reservas estão preenchidas, pode ser convertido em gordura.

Quando em jejum a insulina no sangue baixa indicando às células que deverão libertar açúcar para o sangue se o tiverem em excesso, utilizar o que tem de forma mais eficaz e/ou encontrar outras fontes de energia.

3. Resistência à Insulina: O perigo silencioso

A Resistência à Insulina (RI) acontece quando as nossas células começam a deixar de reagir ao sinal da insulina. Para compensar, o corpo produz ainda mais insulina (um estado chamado de hiperinsulinémia).

O problema produção persistente de níveis elevados de insulina pode contribuir para a manutenção e agravamento da resistência à insulina, perpetuando um ciclo difícil de interromper, logo o açúcar no sangue mantem-se normal, mas a insulina fica cada vez mais alta. Este mecanismo pode-se arrastar durante anos, até décadas, até falhar e os sintomas de diabetes começarem a aparecer e ser diagnosticada pré-diabetes/diabetes.

4. O peso e a gordura abdominal

A obesidade é um dos maiores gatilhos para a RI. O excesso de gordura interfere com a função da leptina (uma hormona produzida pelas células de gordura que regula o apetite), fazendo com que o cérebro não reaja ao sinal para parar de comer.

No entanto, a obesidade não é igual em todas as pessoas, algumas têm a tendência para ter células de gordura que crescem muito (hipertrofia) estas pessoas tendem a desenvolver diabetes mais cedo; outras criam novas células de gordura, mas pequenas (hiperplasia), o que é mais saudável, mesmo que tenham mais gordura total e existem pessoas que são magras por fora, mas apresentam muita gordura visceral (à volta dos órgãos) que é perigosa porque causa uma inflamação constante e contribui por esse mecanismo para a RI.


5. Stress e Estilo de Vida

O stress crónico mantém níveis elevados de cortisol, que obriga o fígado a produzir mais açúcar e como consequência estimular o pâncreas de forma constante a manter a produção de insulina e favorecer o desenvolvimento de resistência. Juntando isto ao sedentarismo e ao consumo excessivo de calorias, temos o cenário perfeito para a doença avançar.


6. Como prevenir e tratar?

A base de tudo é a mudança de hábitos:

  • Alimentação: evitar alimentos processados e hidratos de carbono de absorção rápida, pobres em fibra (como pão branco, doces e bebidas açucaradas), apostando em alimentos completos, assegurando um aporte adequado de proteínas e privilegiar alimentos ricos em fibra, vegetais, leguminosas, frutos secos e gorduras saudáveis.
  • Exercício: o ideal é praticar atividade física cerca de 5 vezes por semana, misturando caminhada/corrida com exercícios de força (musculação), para estimular os músculos a usar o açúcar novamente;
  • Gestão de stress e sono de qualidade: é importante aprender técnicas de relaxamento que ajudem na gestão da ansiedade e stress crónico assim como e de modo a ter 7 a 8 horas de sono de qualidade;

Além destas mudanças, em muitos casos, os medicamentos são necessários para ajudar o corpo a responder melhor à insulina e evitar danos causados pelo aumento de açúcar até à pessoa conseguir mudar de hábitos de vida.

A resistência à insulina é uma das alterações metabólicas mais frequentes da atualidade e pode permanecer silenciosa durante muitos anos antes do aparecimento da pré-diabetes ou da diabetes tipo 2. Para além do impacto nos níveis de açúcar no sangue, está associada ao aumento do risco cardiovascular, à doença hepática gordurosa, à síndrome metabólica e possivelmente a algumas doenças neurodegenerativas.

A boa notícia é que grande parte deste processo é modificável. A adoção de uma alimentação equilibrada, a prática regular de exercício físico, a gestão do stress e um sono de qualidade podem melhorar significativamente a sensibilidade à insulina. Em muitos casos, estas medidas permitem atrasar ou reduzir a necessidade de medicação, contribuindo para uma melhor qualidade de vida e para a prevenção de complicações futuras.

 

Artigo baseado na apresentação “Resistência à Insulina”  do Enf. Edgar Rosário e da AE Bianca Valente

Bibliografia

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Bem Bikman PhD. (2026). Metabolic Classroom. https://benbikman.com/articles/

Bikman, B. (2020). Why We Get Sick. BenBella Books.

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Carneiro, J., Casimiro, L. G., Miranda, M., Mendes, M. A., Caridade, T., Monteiro, T., Seco, H., & Lopes, C. (2011). Insulino-Resistência e Síndrome Metabólica: perspetiva imunológica. Revista Portuguesa de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo, 6(2), 91-100. https://new.spedmjournal.com/files/section/e10_s150_insulino_resist_ncia_e_s_ndrome_metab_lica_perspectiva_imunol_gica_file.pdf   

Choo, Y. N., Ravi, R. N., & Subramaniyan, V. (2026). Insulin resistance induced by obesity: Mechanisms, metabolic implications and therapeutic approaches. Molecular Biology Reports, 53(357), 1-16. https://doi.org/10.1007/s11033-026-11509-3  

Freeman, A. M., Acevedo, L. A., & Pennings, N. (2023). Insulin Resistance - StatPearls. National Library of Medicine. https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK507839/  

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Lee, S. H., Park, S. Y., & Choi, C. S. (2022). Insulin Resistance: From Mechanisms to Therapeutic Strategies. Diabetes and Metabolism Journal, 46(1), 15-37. https://doi.org/10.4093/dmj.2021.0280  

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Metwally, A. A., Perelman, D., Park, H., Wu, Y., Jha, A., Sharp, S., Celli, A., Ayhan, E., Abbasi, F., Gloyn, A. L., McLaughlin, T., & Snyder, M. P. (2025). Prediction of metabolic subphenotypes of type 2 diabetes via continuous glucose monitoring and machine learning. Nature Biomedical Engineering, 9, 1222-1239. https://doi.org/10.1038/s41551-024-01311-6

Oliveira, G. J. M., Cichacewski, C. L. R., Carneiro, C. F., Campos, L. F., & Campos, A. C. L. (2020). Fisiopatologia e desenvolvimento da diabetes tipo 3 e a sua relação com a doença de Alzheimer. Braspen Journal, 35(4), 421-426. http://dx.doi.org/10.37111/braspenj.2020354015  

Park, H., Metwally, A. A., Delfarah, A., Wu, Y., Perelman, D., Mayer, C., McGinity, C., Rodgar, M., Celli, A., McLaughlin, T., Mignot, E., & Snyder, M. (2025). High-resolution lifestyle profiling and metabolic subphenotypes of type 2 diabetes. NPJ Digital Medicine, 8(352), 1-14. https://www.nature.com/articles/s41746-025-01728-6.pdf

Stanford University. (2026). Snyder Lab – Department of Genetics. https://med.stanford.edu/snyderlab.html

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Wu, Y., McLaughlin, T., Gorgani, S., Scheideman, A. F., Shao, M. M., Hislop, B. D., Hoang, K., Perelman, D., McGinity, C., Rodgar, M., Park, H., Wang, T., Mayer, C., DuNova, A., Ayers, A., Ho, C., Raeder, H., Klonoff, D. C., & Snyder, M. P. (2026). Modifiable Factors Affecting the Postprandial Glycemic Response. Journal of Diabetes Science and Technology. https://doi.org/10.1177/19322968261418614

sexta-feira, 22 de maio de 2026

Comemorações do Dia do Enfermeiro - 12/05/2026

Dia do Enfermeiro

Reconhecimento a quem dedica a vida ao cuidado 

O Dia do Enfermeiro é uma data especial para reconhecer e valorizar o trabalho de profissionais que desempenham um papel fundamental na área da Saúde. Mais do que uma profissão, a Enfermagem representa dedicação, empatia, responsabilidade e compromisso diário com o bem-estar e a vida humana.

 Os Enfermeiros estão presentes nos momentos mais delicados e importantes da vida das pessoas, oferecendo cuidados essenciais, apoio emocional e acompanhamento contínuo. São profissionais que trabalham com competência técnica e sensibilidade, contribuindo diretamente para a recuperação e qualidade de vida dos doentes.

 Neste dia, é importante agradecer e destacar o esforço de todos os Enfermeiros que, com profissionalismo, competência e humanidade, fazem a diferença todos os dias nos hospitais, clínicas, centros de saúde e comunidades.

 Os Enfermeiros desta USF celebraram o dia, com um pequeno lanche de confraternização entre a equipa multidisciplinar e com um mural de mensagens dos utentes ao seu trabalho e com um pequeno lanche de confraternização entre a equipa multidisciplinar.

 O nosso mais sincero obrigado a todos os utentes que, com as suas mensagens de apoio, carinho, agradecimentos e elogios, dão ainda mais sentido ao nosso trabalho diário. São estas palavras que nos motivam a fazer sempre melhor!






sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

Alerta para sites e mensagens falsas

 


Estão a circular mensagens e sites fraudulentos que solicitam pagamentos indevidos, referindo de forma abusiva entidades como o Ministério da Saúde, o SNS e o SNS 24. Ajude-nos a informar profissionais e utentes. 

Estão a circular dois tipos de SMS falsas, ambos com a referência de pagamentos em dívida da urgência: um com a referência bancária e outro com links para sites fraudulentos. 

Trata-se de um esquema fraudulento que refere, de forma indevida, entidades credíveis, como MIN.SAUDE, SNS e SNS 24, com o intuito de induzir os destinatários a fornecerem informações pessoais e bancárias e de obtenção de vantagem financeira. 

Perante o aumento deste tipo de ocorrências, torna-se essencial reforçar a comunicação de alerta junto de profissionais e utentes. 

Em caso de dúvida, pode contactar: 

  • SNS 24 – 808 24 24 24 (assuntos administrativos); 

A SPMS está em articulação com as demais entidades competentes. 

Contamos com o vosso apoio na divulgação desta informação. 

segunda-feira, 8 de setembro de 2025

Táxi Saúde 65+ Mobilidade em Matosinhos

 Táxi Saúde 65+ Mobilidade em Matosinhos

O projeto Táxi Saúde 65+ é uma iniciativa da Câmara Municipal de Matosinhos que visa promover a mobilidade e o acesso à saúde da população sénior do concelho.
Se tem 65 anos ou mais e vive no concelho, pode beneficiar do programa Táxi Saúde 65+:
➡️ Até 6 viagens por ano entre casa e unidades de saúde em Matosinhos
➡️ Por apenas 2,50 € por trajeto — o resto é comparticipado pela Câmara
➡️O serviço cobre todas as freguesias do concelho, incluindo centros de saúde públicos, hospital e instituições privadas.
Para aderir, só precisa do Cartão MATOSINHOSénior — é gratuito e pode ser pedido nas piscinas municipais ou na sede da Matosinhos Sport.



terça-feira, 17 de junho de 2025

Cuidados com a Saúde em Dias de Calor Intenso




Com a chegada do verão, é essencial estar atento aos efeitos do calor intenso na saúde. A exposição a altas temperaturas pode causar desidratação, cãibras, exaustão e até golpes de calor, que podem ser fatais. Aqui estão algumas dicas para se proteger e cuidar da sua saúde durante os dias mais quentes.

Efeitos do Calor na Saúde

O corpo humano possui mecanismos para controlar a temperatura corporal, mas quando a temperatura ambiente é muito alta, esses mecanismos podem falhar. Isso pode levar a uma série de problemas de saúde, desde desidratação até condições mais graves como o golpe de calor.

Dicas para se Proteger do Calor

  1. Hidratação: Beba água regularmente, mesmo sem sentir sede. Evite bebidas alcoólicas e com muito açúcar.
  2. Ambientes Frescos: Permaneça em locais frescos ou com ar condicionado. Se não tiver ar condicionado, visite locais públicos climatizados como shoppings e museus.
  3. Roupas Adequadas: Use roupas leves, soltas e de cores claras. Não se esqueça do chapéu e dos óculos de sol.
  4. Evite o Sol Direto: Evite a exposição ao sol entre as 11h e as 17h. Se precisar sair, procure sombra sempre que possível.
  5. Alimentação: Faça refeições leves e frequentes. Evite comidas muito quentes e condimentadas.

Cuidados Especiais para Grupos Vulneráveis

  • Crianças e Idosos: São mais suscetíveis aos efeitos do calor. Certifique-se de que estão bem hidratados e protegidos do sol.
  • Doentes Crónicos: Pessoas com doenças crónicas devem ter cuidados redobrados. Mantenha-se em contato com o médico e siga as recomendações específicas.
  • Praticantes de Atividade Física: Evite exercícios físicos nas horas mais quentes do dia. Beba água antes, durante e depois da atividade.

Reconhecendo os Sinais de Problemas Relacionados ao Calor

  • Cãibras por Calor: Espasmos musculares dolorosos, geralmente nas pernas ou abdômen.
  • Golpe de Calor: Febre alta, pele vermelha e seca, confusão e perda de consciência. Em caso de suspeita, ligue imediatamente para o 112.
  • Esgotamento por Calor: Suor excessivo, palidez, cansaço, náuseas e desmaios. Leve a pessoa para um local fresco e ofereça líquidos.

Cuidados com a Casa

  • Manter a Casa Fresca: Feche persianas durante o dia e ventile a casa à noite. Evite o uso de fornos e outros aparelhos que geram calor.
  • Ar Condicionado: Se possível, use ar condicionado. Caso contrário, passe algumas horas do dia em locais públicos climatizados.

Cuidados com a Inalação de Fumo de Incêndios Florestais

  • Evite a Exposição: Fique dentro de casa com janelas e portas fechadas. Use ar condicionado no modo de recirculação.
  • Máscaras: Utilize máscaras N95 se a exposição ao fumo for inevitável.

Amamentação em Dias Quentes

  • Aleitamento Materno: Aumente a frequência das mamadas e a ingestão de água pela mãe.
  • Aleitamento Artificial: Ofereça água entre as refeições.

Pode procurar respostas mais específicas no site da DGS em: 

terça-feira, 11 de março de 2025

Projecto Pedalar pela C_Idade

Projeto internacional que tem por objetivo combater o isolamento dos idosos através de passeios em bicicleta elétrica.

Neste momento em parceria com a Câmara de Matosinhos com inscrições gratuitas.


facebook.com/pedalarsemidadeporto

www.instagram.com/pedalarsemidadeporto/

cyclingwithoutage.org/about/youtube 

terça-feira, 18 de fevereiro de 2025

quinta-feira, 30 de janeiro de 2025

Celebração dos 25 anos da USF Oceanos



A USF Oceanos, a segunda unidade mais antiga da Unidade Local de Saúde de Matosinhos (ULSM), celebrou dia 03-01-2025 o seu 25.º aniversário numa cerimónia marcada pela alegria e pelo reconhecimento do trabalho dos seus profissionais, que se centram no bem-estar dos utentes.

António Taveira Gomes, presidente do Conselho de Administração da ULSM, esteve presente e destacou a importância da data, referindo que “este será um ano fantástico”. Durante o discurso, fez referência a avanços importantes para a ULSM, apanhando os profissionais e utentes surpresos com a novidade: “Já está publicado, já é a sério, por isso a construção de um novo centro de saúde de Matosinhos acontecerá este ano”, anunciou, motivando aplausos entre os profissionais e utentes presentes.

Susana Paiva, coordenadora da USF Oceanos acabaria por dizer que esta novidade, “é uma ótima prenda de aniversário, de Natal, de Ano Novo. Há muito que aguardamos pela concretização deste projeto e sabendo que avançará este ano é uma notícia excelente”.

Presente nesta sessão esteve também o primeiro coordenador desta unidade, Pedro Couto Soares, que, embora já aposentado, se associou à festa desejando “que venham mais 25 anos com igual qualidade”.

A cerimónia contou ainda com momentos culturais e de convívio, incluindo a atuação da Tuna Feminina de Enfermagem e a leitura de quadras alusivas ao aniversário da USF. Os utentes foram convidados a participar e enviaram algumas quadras, e a vencedora, Carla Duque, foi premiada com um vaso de suculentas, uma oferta especial da utente Rosa Pereira.

Com um futuro cheio de desafios e oportunidades, o aniversário da USF Oceanos reafirma o compromisso da ULSM com a inovação e a excelência nos cuidados de saúde prestados à população de Matosinhos.



 

Artigo original: USF Oceanos celebra 25 anos - ULS de Matosinhos


segunda-feira, 27 de janeiro de 2025

Projeto "um dedo que adivinha" pretende detetar a diabetes tipo 1 antes dos sintomas




O hospital de Matosinhos está a realizar um rastreio em crianças para detetar a diabetes tipo 1 antes dos sintomas. Faz parte de um projeto europeu que já começou em setembro nas escolas da grande Lisboa. O objetivo é reduzir complicações e, no futuro, conseguir atrasar ou evitar a doença.

Basta uma simples picada no dedo e 200 microlitros de sangue para ser possível detetar a diabetes tipo 1 antes da doença se manifestar.

O hospital de Matosinhos começou os rastreios no final de Dezembro e já contribuiu com mais de 450 amostras. É o primeiro hospital a juntar-se ao projeto "Um dedo que adivinha", organizado pela Associação Protetora dos Diabéticos de Portugal. 

Caso deseje marcar o rastreio, um dos pais/tutores legais da criança/jovem deve preencher:

 

Formulário de consentimento informado.

 

Após a submissão, aguarde o nosso contacto.

O local de colheita é na Consulta Externa de Pediatria do Hospital Pedro Hispano (Rua Dr. Eduardo Torres | Senhora da Hora, Matosinhos), em dias úteis, das 08h30 às 19h30.





Artigo baseado em: