USF Oceanos

A Unidade de Saúde Familiar Oceanos iniciou a sua atividade assistencial no ano 2000, ainda como RRE, e mais tarde em 2008, como Modelo B, na Missão para os Cuidados Primários do Ministério da Saúde. Somos 25 elementos (nove médicos, nove enfermeiros e sete secretárias clínicas) organizados por equipas de saúde multidisciplinares direcionadas para os cuidados de saúde primários ao utente/ família/ comunidade.

A USF Oceanos está integrada na Unidade Local de Saúde de Matosinhos, EPE, que inclui o Hospital Pedro Hispano e restantes Unidades de Saúde do Concelho de Matosinhos. Esta relação próxima dos Cuidados Primários e Hospital proporciona um acompanhamento integral dos utentes da comunidade nas diferentes fases da vida e na prevenção, tratamento, recuperação e continuidade de cuidados.

segunda-feira, 19 de julho de 2021

Certificado COVID




  Direção-geral da Saúde publicou uma orientação que visa responder ao apelo do Parlamento Europeu de facilitar a circulação dos cidadãos na União Europeia durante a pandemia de COVID-19, através da emissão do Certificado Digital COVID da UE de vacinação, teste e recuperação de COVID-19 a partir de 1 de julho de 2021.

Com esse objetivo, o Regulamento europeu preconiza que os Estados-Membros se abstenham de impor restrições adicionais de viagem, como testes ou quarentenas, aos cidadãos portadores do Certificado Digital COVID da UE válido, a menos que sejam proporcionados e necessários para salvaguardar a saúde pública.

De acordo com a orientação da DGS, o Certificado Digital COVID da UE será gratuito e emitido em língua portuguesa e inglesa, podendo ser, nesta fase, solicitado por cidadãos nacionais e estrangeiros, com residência em Portugal e que sejam titulares do número de Utente do Serviço Nacional de Saúde através do site:

Também é possível descarregar a app SNS24 para o Smartphone e pedir através da aplicação em:

https://play.google.com/store/apps/details?id=pt.minsaude.spms.ces&hl=pt_PT&gl=US

O Certificado contém informações pertinentes sobre a vacinação, teste ou recuperação e é emitido em formato digital. No entanto, pode não isentar os respetivos titulares do cumprimento de medidas adicionais de saúde pública no país de destino caso haja um agravamento da situação epidemiológica.

Estão previstos três tipos de Certificado Digital COVID da UE:

a. Certificado de vacinação – Emitido após a administração de cada dose de vacinas contra a COVID-19 aprovadas na União Europeia, referindo se a pessoa apresenta, ou não, o esquema vacinal completo.


b. Certificado de teste – Emitido após notificação no Sistema Nacional de Vigilância Epidemiológica (SINAVE) de resultado negativo em testes moleculares (PCR) durante 72h desde a data e hora de colheita.

c. Certificado de recuperação – Emitido entre os 11 e 180 dias após realização de teste laboratorial que confirmou o diagnóstico de infeção por SARS-CoV-2, a pessoas com o estado “curado” na plataforma Trace-COVID-19, nos termos da Norma 004/2020 da DGS.

Será possível utilizar o Certificado Digital COVID da UE em todos os Estados-Membros, bem como na Islândia, no Listenstaine, na Noruega e na Suíça.

Consulte a Orientação aqui.

Fonte: https://covid19.min-saude.pt/dgs-emite-orientacao-sobre-certificado-digital-covid/

segunda-feira, 21 de junho de 2021

Pedido de agendamento vacina COVID-19

Pedido de agendamento para vacinação COVID

https://covid19.min-saude.pt/pedido-de-agendamento/


Ainda não foi vacinado(a)?

É possível agendar agendar a toma da primeira dose da vacina COVID-19. As idades permitidas para o agendamento vão sendo anunciadas na comunicação social.

Este agendamento não se destina a quem:

  • já tenha sido vacinado com a primeira dose
  • contraiu infeção por COVID-19
  • já tem o agendamento efetuado por outro método (por exemplo através do seu centro de saúde)

O pedido pode ser realizado através do portal COVID-19, indicando o local e a data para vacinação mais conveniente para si. Posteriormente, será contacto por SMS pelo número 2424 com mais indicações.

Em Matosinhos o local de vacinação é na Av. Dom Afonso Henriques 1775, Matosinhos: Link



Tenho de responder à SMS enviado pelo número 2424?

Sim. Responda à SMS seguindo as instruções:

  • se responder “SIM” o seu agendamento fica confirmado.
  • caso não responda à SMS, se responder fora do prazo ou se a sua resposta for “NÃO” ao agendamento o seu pedido fica sem efeito.


Qual a SMS que vou receber?

Este é um exemplo da mensagem que recebe na SMS enviada pelo número 2424:

COVID19: [Primeiro nome do utente], vacinação [data do agendamento] às [hora do agendamento], em [local da vacinação]. Responda: SNS.NUMERO UTENTE.SIM/NAO até [data limite de resposta] Ex: SNS.111111111.SIM


Se o agendamento ficar sem efeito posso efetuar novo pedido?

Sim. Para efetuar um novo pedido, deve aguardar até três dias e realizar, mais uma vez, o mesmo processo de agendamento.


Recebo alguma SMS a lembrar do meu agendamento?

Sim. No dia anterior ao dia da vacinação, irá receber uma nova SMS para recordar a convocatória.

Informações do site: https://www.sns24.gov.pt/alerta/pedido-de-agendamento-vacina-covid-19/

quarta-feira, 19 de maio de 2021

Dia do Médico de Família 2021 - Quem são os médicos internos de MGF da USF Oceanos?

 

19 de maio de 2021

DIA DO MÉDICO DE FAMÍLIA

Sabe aquele médico(a) que costuma estar sentado ao lado do(a) seu/sua médico(a) de família? Ou com quem tem consultas algumas vezes?

 É 

MÉDICO INTERNO 

DE MEDICINA GERAL E FAMILIAR 

Após os 6 anos de curso na Faculdade de Medicina, fazemos um ano de internato geral e depois podemos escolher uma especialidade. O internato da especialidade de Medicina Geral e Familiar (MGF) tem a duração de 4 anos. Durante esse período, nós, internos, já somos médicos e podemos exercer como tal, mas continuamos em formação contínua na área que escolhemos e sob orientação de um médico de família da Unidade de Saúde Familiar (USF) onde trabalhamos. Nos primeiros tempos acompanhamos as consultas ao lado do(a) nosso(a) orientador(a), passando a realizar as consultas de forma autónoma ao longo do tempo.

Quando for chamado(a) para a sua consulta e formos nós a estar à sua espera no consultório, teremos todo o gosto em fazer a consulta e cuidar da sua saúde!


Médicos Internos de Medicina Geral e Familiar actualmente na USF Oceanos da esquerda para a direita:

- Dr. João Nunes Sousa, sob orientação da Dr.ª Susana Paiva;

- Dr.ª M. Francisca Amorim, sob orientação da Dr.ª Susana Ribeira;

- Dr.ª Maria Inês Ferreira, sob orientação da Dr.ª Cristina Rodrigues;

- Dr.ª. Catarina Calheno Rebelo, sob orientação da Dr.ª Susana Paiva;

- Dr.ª Leonor Luz Duarte, sob orientação da Dr.ª Susana Ribeira;

- Dr.ª Carina M. Pereira, sob orientação da Dr.ª Susana Ribeira.

segunda-feira, 3 de maio de 2021

Testei POSITIVO para Covid-19. E agora? Porque não convém esquecer que o vírus ainda anda à solta.


 

Recebi o resultado do teste. E agora?

Será contactado pelo seu médico de família ou por um médico do centro de saúde onde está inscrito ou o da sua área de residência, se não tiver médico de família. O médico manterá o acompanhamento regular do seu caso. Deve seguir todas as orientações dadas. 

Será também contactado pela Unidade de Saúde Pública, de forma a identificar os seus contactos de alto risco até 48h antes do início dos sintomas ou da realização do teste covid. 

Deve ter o seu contacto telefónico disponível. Poderá receber chamadas de números privados/desconhecidos. 

Na maior parte dos casos, a doença é ligeira, recomendando-se o tratamento em casa.

Deve manter a vigilância da febre e de outros sintomas, informando o seu médico aquando dos contactos telefónicos.

 

Quantos dias tenho que ficar em isolamento? Vou ter que fazer novo teste?


Terá que ficar 10 dias em isolamento. Se assintomático ou com sintomas ligeiros e estáveis, como falta de olfato ou paladar, tem alta no final desse período, sem necessidade de teste de cura. 


No caso de ser profissional de saúdefuncionário num lar ou prestar cuidados diretos a pessoas de maior risco, cumpre critérios para teste de cura após 10 dias de isolamento, tendo que ficar 20 dias, no total, em caso de teste de cura positivo. No final desse período, terá alta, sem necessidade de mais testes de cura. 

Se necessitar de certificado de incapacidade temporária, este poderá ser emitido pelo seu médico de família e receberá 100% da remuneração de referência.

 


 

E em casa, que cuidados devo ter?

Deve ficar sempre em casa.

Não deve receber visitas de outras pessoas nem ir trabalhar, ao supermercado, à farmácia, frequentar espaços públicos, utilizar transportes públicos ou passear o cão.

 Se possível, abra as janelas algumas vezes por dia, para arejar as divisões.

Lave as mãos com frequência com água e sabão durante 20 segundos e seque-as bem. Deve sempre lavar as mãos antes de comer, depois de ir à casa de banho, depois de assoar o nariz ou espirrar, por exemplo. Evite tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos.

 Cubra a boca com o braço ou com um lenço de papel sempre que tossir ou espirrar. Utilize cada lenço uma só vez e desperdice-o diretamente no lixo.



Se viver com outras pessoas:

Durma num quarto sozinho/a ou, se isso não for possível, numa cama afastada a >1m da ou
tra cama.
 

Use uma casa de banho própria, assim como toalhas e utensílios de higiene pessoal. Na impossibilidade de uma casa de banho individual, reforce a limpeza, antes e depois de a utilizar, incluindo a maçaneta da porta, com água e lixívia (1 medida de lixívia para 4 medidas de água). 

Deve fazer as refeições sozinho/a, preferencialmente no quarto. Se precisar de sair do seu quarto, use sempre máscara, desinfete as superfícies onde tocar e não esteja na mesma divisão que outras pessoas, mesmo que afastados. 

Evite a partilha de objetos dentro de casa. As maçanetas das portas, corrimãos, telemóveis, comandos de televisão, teclados de computador, tablet e outras superfícies de uso comum devem ser desinfetadas frequentemente.

 

Informações para os conviventes

Deve isolar-se do caso positivo e manter as medidas explicadas acima. 

Deve aguardar o contacto da Autoridade de Saúde e a indicação formal para isolamento profilático. A declaração definitiva de isolamento profilático só poderá ser emitida por esta. 

Será pedido teste covid até ao 5º dia após o contacto com o caso positivo e ao 10º dia, se o primeiro der negativo.

Se os 2 testes forem negativos e se se mantiver sem sintomas, poderá ter alta após o segundo resultado negativo (previsivelmente ao 11ºdia). 


Se não realizar 2 testes ou se se incluir nas situações particularizadas na norma associadas a contextos de risco (ERPIs, Rede Nacional de Cuidados Continuados, Estabelecimentos de Educação e Ensino, Instituições de acolhimento), o período de isolamento mantém-se por 14 dias.


1.Estratégia Nacional de Testes para SARS-CoV-2. Norma DGS 019/2020 | 2. COVID-19: Rastreio de Contactos. Norma DGS 015/2020 | 3. COVID-19: Abordagem do Doente com Suspeita ou Confirmação de COVID-19. Norma DGS 004/2020

 


segunda-feira, 5 de abril de 2021

ADR, SASU e Colheitas Laboratoriais em novas instalações

O ADR (Área de Doentes Respiratórios) Comunidade e o SASU (Serviço de Apoio a Situações Urgentes) mudaram de instalações desde 15/01/2021;

Colheitas Laboratoriais também passaram para estas instalações desde 01/04/2021;


Link do local no Google Maps



sexta-feira, 12 de março de 2021

A ação do sal no organismo. Estratégia para redução do consumo

O consumo excessivo de sódio é uma das principais causas de morbimortalidade cardiovascular, sendo também o principal fator de risco para a hipertensão arterial. Uma pequena diminuição do consumo de sal, por parte da população, levaria a uma melhora não só no quadro de saúde, como também à redução das despesas no tratamento de doenças (Moraes, A., et al., 2016).


O que é o sal?

O sal ou sal de cozinha, quimicamente designado por cloreto de sódio, é constituído por dois minerais: o sódio e o cloro. Estes dois minerais são essenciais ao normal e saudável funcionamento do nosso organismo.

Consumo recomendado de sal: <5g diários

Consumo excessivo de sal

Um consumo de sal superior ao valor recomendado pela direcção geral de saúde pode levar a várias consequências, como um maior risco de hipertensão arterial, acidente vascular cerebral (AVC), sobrecarga do funcionamento dos rins, retenção de líquidos pelo organismo, etc. 

Qual a importância de reduzir o consumo de sal em Portugal?

Em Portugal, segundo a direcção geral de saúde, a taxa de mortalidade provocada pelo Acidente Vascular Cerebral é das maiores em toda a Europa e está provado, segundo os dados da sociedade portuguesa da hipertensão, que se os consumidores reduzissem a ingestão do sal em 2 gramas diários, esta mesma taxa de mortalidade cairia entre 30 a 40% nos próximos 5 anos.

Não só mas também em Portugal a quantidade de sal consumida é o dobro da quantidade aconselhada anteriormente. E, segundo o estudo realizado por Moraes et al. (2016), uma diminuição de 1,3 g na quantidade de sal consumida diariamente levaria a uma diminuição da pressão arterial (5mmHg), sendo que quando mantida por períodos maiores, pode proporcionar protecção considerável para eventos cardiovasculares.

Estratégias para reduzir o consumo de sal?

1-      Ter atenção aos rótulos dos produtos que compramos diariamente


Devemos olhar para o sal não só como um condimento mas também como um ingrediente presente em variados produtos nos supermercados. A maior parte do sal consumido diariamente provém de alimentos pré-preparados comprados fora de casa. Assim, é importante ler os rótulos dos produtos antes de os comprar, sendo que devemos preferir produtos cuja quantidade de sal seja inferior a 1,5g por 100g.

2-      Evitar alimentos ricos em sal

Evitar comer alimentos que são naturalmente ricos em sal, como alimentos pré-confecionados, já cozinhados ou prontos a comer (sopas instantâneas, caldos concentrados, produtos de charcutaria,
alimentos fumados, manteiga com sal, aperitivos salgados, etc.). Reduzir ou excluir a utilização dos alimentos é um  bom início para reduzir a quantidade de sal consumida diariamente.

3-      Diminuir a quantidade de sal utilizada na confeção de refeições

Após reduzir a quantidade de sal consumida através de alimentos comprados fora de casa, é importante reduzir a quantidade adicionada durante a confeção das refeições.

Isto pode ser feito de uma forma simples não adicionando mais que 1g de sal por indivíduo, por refeição, sendo que:

 1 colher de café tem 2g de sal; 1 colher de chá tem 5g de sal; 1 colher de sopa tem 15g de sal.


4-      Não colocar o saleiro na mesa

Após confeccionar uma refeição, colocar o saleiro na mesa vai provocar a possível necessidade de adicionar mais sal a alimentos já cozinhados.


5-      Substituir o sal

Substituir o sal usado na confeção de alimentos, utilizando ervas aromáticas, especiarias, sumo de limão ou vinho para enriquecer o paladar dos alimentos.

As ervas aromáticas são plantas que apresentam diversas utilizações e propriedades, e devido à sua composição nutricional e funções que desempenham na saúde, as ervas aromáticas são um excelente substituto do sal. Segundo o programa nacional para a promoção da alimentação saudável, a utilização das mesmas poderá influenciar dupla e positivamente a saúde, quer pela redução da quantidade de sal na dieta, quer pelas propriedades benéficas que apresentam para a saúde (prevenção de doenças neurodegenerativas, cancro, diabetes e doenças cardiovasculares).

Exemplos de ervas aromáticas:

Endro

Fornece, quando fresco, vitaminas (A, B3 e folatos) e minerais (cálcio, potássio, fósforo, magnésio e sódio). Em termos de benefícios, os seus compostos fitoquímicos têm propriedades anti-inflamatórias e antitrombóticas, diminui o risco de doenças cardiovasculares e combatem a acção oxidante dos radicais livres.

Pode ser utilizado na preparação de arroz, saladas, sopas e tempero de peixes.

Sálvia

Fornece vitaminas (A, B3, B6, K e folatos) e minerais (cálcio, magnésio e potássio). Tem benefícios antiamiloides, anti-inflamatórios e também propriedades para inibição da formação tumoral.

Pode ser utilizado no recheio e preparação de carnes, marinadas, tempero de feijão e molhos de tomate.

  


Referências:

BOMBIG, M., FRANCISCO, Y., MACHADO, C., 2014. “A importância do sal na origem da hipertensão”. Rev Bras Hipertens vol. 21(2):63-67, 2014.

MORAES, A., BELAMINO, K., OLIVEIRA, C., LIMA, C., BARBOSO, H. (2016) “Teor de sódio nos alimentos e seus efeitos no metabolismo humano: uma revisão bibliográfica”. Revista Ciência Saúde Nova Esperança- Dezembro 2016

PORTUGAL. Programa Nacional para a Promoção da alimentação Saúdavel. Acedido a 27-01-2021. Disponível em: https://alimentacaosaudavel.dgs.pt/

Guidelines de 2018 da ESH/ESC para o tratamento da hipertensão arterial. (2020) Sociedade Portuguesa da Hipertensão. Disponível em: https://www.sphta.org.pt/files/revista_76_2020_0304_supl.pdf

Serviço de Nutrição e Dietética do Hospital Dr. Francisco Zagalo de Ovar. “Como REDUZIR o consumo de SAL Dia Mundial da Alimentação – 16 de outubro de 2017”. Disponível em: http://www.hovar.min-saude.pt/wp-content/uploads/sites/4/2017/11/Reduzir_consumo_sal.pdf


Baseado na apresentação "A acção do sal no organismo. Estratégias para redução do seu consumo" 

da Enf.ª Raquel Monteiro e AE  Rosa Aguiar

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2021

Vacinação COVID Fase 1

 

Já se iniciou a Fase 1 da vacinação contra a COVID-19 para:

  • Pessoas de idade ≥50 anos, com pelo menos uma das seguintes patologias:
    • Insuficiência cardíaca
    • Doença coronária
    • Insuficiência renal (Taxa de Filtração Glomerular < 60ml/min)
    • (DPOC) ou doença respiratória crónica sob suporte ventilatório e/ou oxigenoterapia de longa duração
  • Pessoas com 80 ou mais anos de idade.

 Em caso de dúvidas pode aceder ao site da DGS (link).

Confirme se está na listagem dos utentes que serão contactados nesta fase pelo simulador (link

Actualize os seus dados através do Portal do Utente de Matosinhos (Site e App)

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2021

LINHAS DE APOIO PSICOLÓGICO


 

ARTIGO SOBRE O TEMA

Apoio psicológico: procura-se. O que andam a sentir os portugueses durante a pandemia e que respostas lhes têm sido dadas (link)

 

LINHA DE APOIO PSICOLÓGICO ARS NORTE – 22 04 11 200
 

Destinatários:

  • Profissionais da ARSN
  • População da Região Norte
  • Horário de funcionamento da Linha
    2ª a 6ª feira, dias úteis, no horário das 8h às 20h.

Face à atual crise pandémica COVID -19, a Administração Regional de Saúde do Norte, IP (ARSN) criou uma linha telefónica, que visa prestar apoio psicológico aos profissionais da ARSN e à população da Região Norte do país.

A Linha de Apoio Psicológico da ARS Norte tem como objetivo geral a promoção da saúde mental e a obtenção de ganhos em saúde, num momento de angústia e inquietação da nossa Comunidade.

Pretende-se disponibilizar cuidados psicológicos, criar um espaço de escuta ativa, de expressão emocional, facilitador de processos mais adaptativos; e ainda promover a resiliência psicológica e um maior bem-estar psíquico.

Deste modo contribuir-se-á para uma maior abrangência de ação, com vista à prossecução de objetivos fundamentais para a saúde mental das populações:

  • Lidar com a situação de crise de forma adequada, continuando a vida e o trabalho nas atuais condições adversas
  • Prevenir e evitar o pânico, a agitação, a agressividade, os conflitos, a violência e a doença psicológica e de saúde mental.
  • Garantir o apoio psicológico em situações agudas, com a qualidade necessária.

A conceção da intervenção da LINHA DE APOIO PSICOLÓGICO ARS NORTE assenta em 3 pilares fundamentais, que estarão sempre presentes:

  • Aceitação incondicional do outro, respeitando o ritmo e a expressão livre das necessidades de quem procura o apoio, reforçando as vertentes da relação
  • Escuta ativa e aconselhamento, integrando, se necessário, a disponibilização de informação adequada e adaptada aquele cidadão
  • Em caso de necessidade, fruto da avaliação efetuada pelo Psicólogo, será assegurada a sinalização do utente, de modo a facilitar e agilizar o processo de encaminhamento e referenciação para os serviços regulares de saúde.




LINHA DE APOIO AO ISOLAMENTO DE MATOSINHOS - 800 210 095

Durante os momentos de quarentena ou de confinamento, isolamento ou distanciamento social, é normal que possa ter dúvidas, sentir-se triste, ansioso, confuso, assustado ou zangado.

Falar pode ajudar.

Se está nesta situação, ligue 800 210 095.

Será atendido/a por psicólogos com informação e formação adequada.

Garantimos confidencialidade e anonimato.

Horário de Funcionamento: das 09h00 às 17h00.

Se tem dúvidas acerca de sintomas do COVID-19, contacte SNS24 - 808 24 24 24.

 



terça-feira, 29 de dezembro de 2020

Administração de vacinas da gripe remanescentes

 

Abertura da vacinação da gripe gratuita a utentes com condições/patologias crónicas e idade superior a 60 anos.


Todas as vacinas deverão ser agendadas,  preferencialmente por email ou telefone.

 

Caso apresente sintomas de Covid-19 não pode tomar a vacina devendo ligar para o 913 196 212 ou SNS24 para agendar consulta


 AVISOS:

  • A Norma 016/2020 regula a vacinação contra a gripe 2020-2021
  • A administração/ agendamento válido até ao stock das vacinas remanescentes na unidade se esgotar

quinta-feira, 3 de dezembro de 2020

Administração de vacina da gripe gratuita para utentes com 65 ou mais anos (2020-2021)

Recebida nova tranche de vacinas da gripe.  

Reagendamento retomado. 

Se tem mais de 65 anos pode também vacinar-se na farmácia.


Para evitar ajuntamento de utentes na entrada da Unidade todas as vacinas deverão ser agendadas, desde já, para o respectivo enfermeiro de família, preferencialmente por email ou telefone.

 


Caso apresente sintomas de Covid-19 não pode tomar a vacina devendo ligar para o 913 196 212 ou SNS24 para agendar consulta


 AVISOS:

  •      A norma 016/2020 regula a vacinação contra a gripe 2020-2021
  •      Utentes que fazem 65 anos ainda em 2020 também estão abrangidos
  •      As vacinas da gripe para outras idades devem ser compradas com receita médica e agendadas de igual forma, trazendo a receita no dia

quarta-feira, 2 de dezembro de 2020

O que é a Insuficiência Venosa Crónica?



A Insuficiência Venosa Crónica (IVC) é uma doença ao nível das veias, com maior atingimento nas veias das pernas. Uma das características das veias é a presença de válvulas que mantém o sangue a fluir apenas num sentido, o do coração, quando estas falham o sangue fica estagnado, podendo até inverter o seu sentido, o que dificulta a circulação e por sua vez a oxigenação/nutrição dos tecidos. 
Esta doença pode afetar tanto as veias superficiais como as veias profundas, visto que o nosso corpo tentará compensar a falha de umas redireccionando o sangue para outras. A longo prazo se as causas se mantiverem todo o sistema venoso dos membros inferiores falha levando ao aparecimento de úlceras venosas, edema e até colocando em causa o sistema arterial e consequente irrigação dos tecidos. Actualmente a maioria das pessoas trabalha de pé ou sentado e de uma forma sedentária a vida toda o que torna esta doença cada vez mais comum na sociedade. A Insuficiência Venosa Crónica limita e diminui a qualidade de vida de quem sofre da mesma, sendo que em alguns casos é até motivo para reforma antecipada, pois é uma condição de saúde incapacitante.

Causas principais
  • Idade Avançada – à medida que envelhecemos, tudo no nosso corpo envelhece incluindo as válvulas nas veias que se tornam menos eficazes, assim como os músculos, que gradualmente perdem a capacidade de ajudar no retorno do sangue ao coração;
  • Estilo de Vida – passar muito tempo de pé ou muito tempo sentado impede o retorno do sangue ao coração de forma eficaz, e consumo de tabaco, pois impede que a pele seja bem oxigenada.
  • Fatores Hereditários - se existem casos na família direta (pais, avós, tios, irmãos)
  • Género – as mulheres apresentam maior tendência para o aparecimento da Insuficiência Venosa Crónica devido à contraceção oral e durante a gravidez (o aumento de uma hormona, a progesterona, dilata as veias e os estrogénios, outra hormona, mantém por mais tempo o sangue nas mesmas).

Consequências
Quanto às consequências da insuficiência venosa crónica, esta pode fazer surgir:
  • Veias Varicosas - ou varizes, que são o aumento de segmentos de veias por acumulação de sangue na zona, podendo ser grandes ou pequenas, profundas ou superficiais. Elas surgem da falha das válvulas e da perda de elasticidade da parede das veias.
  •  Úlcera Venosa - feridas que surgem nas pernas de difícil cicatrização, maioritariamente na chamada “Gaiter Area”. Surgem porque a zona não tem uma irrigação sanguínea eficaz e, como tal, há défice de nutrientes, oxigénio e dificuldade em aceder pelo sistema imunitário.

Sinais e Sintomas
Os sinais e sintomas que podem indicar que sofre de doença venosa crónica são vários, e geralmente estão associados a fadiga depois de um dia de trabalho. O que acontece é que os sintomas surgem maioritariamente ao fim do dia e de forma gradual, que piora ao longo do tempo. Assim, se tem:
  • Dor quando anda ou sente pernas pesadas
  • Pele seca, descamativa, deformada e endurecida (lipodermatosclerose);
  • Se a cor de pele, numa área definida, fica mais escura (acumulação de hemoglobina sob a pele, que lhe confere uma coloração castanha à pele);
  • Se tem inchaço nas pernas que piora ao longo do dia ou com o calor;
  • Se tem feridas nas pernas que não cicatrizam;
  •  Se estes sintomas e sinais persistirem, deve dirigir-se a um médico para ser avaliado.


Como Prevenir?
A prevenção é possível quando o estilo de vida põe a pessoa em risco de desenvolver insuficiência venosa crónica. Então a pessoa deve:
  • Fazer uma alimentação rica em fibras, beber água e evitar gorduras como a manteiga - a prisão de ventre e o excesso de peso aumentam a pressão nas veias;
  • Usar sapatos com cerca de 3 a 4 cm de salto - salto muito alto ou salto raso promove a estase venosa;
  • Elevar os pés da cama cerca de 10 a 15 cm (ex.: colocar um cobertor dobrado por baixo do colchão);
  • Massajar as pernas de baixo para cima estimula o retorno venoso, pelo que deve ser efetuado;
  • Praticar exercício físico pois estimula o retorno do sangue das veias para o coração, ginástica, natação, ciclismo e dança são os recomendados;
  • Procurar lugares frescos ou passar água fria nas pernas pois estimula o funcionamento das veias, alivia a dor e a sensação de pernas pesadas;


O Que Evitar?
Para quem já sofre desta doença, ou quem quer prevenir o aparecimento da mesma, deve evitar os seguintes aspetos:
  • Evitar estar muitas horas de pé ou sentado - caso o trabalho obrigue a longas horas sentado, fazer exercícios circulares com as pernas ou caminhar;
  • Evitar lugares quentes - dilatam as veias e aumentam a estase do sangue nas mesmas, ou seja, o sangue fica mais parado e não circula;
  • Evitar roupa muito apertada na parte superior das pernas - impede que o sangue da parte inferior flua livremente para o coração;
  • Evitar um estilo de vida sedentário - a falta de utilização dos gémeos, músculos responsáveis por ajudar a fazer o retorno do sangue venoso, faz com que estes percam a força e a utilidade, dificultando esse mesmo retorno.


Como Tratar a Doença Venosa Crónica?

Existem tratamentos possíveis que ajudam a melhorar a qualidade de vida e a fazer desaparecer os sintomas por um tempo. O recurso a medicamentos está indicado, em combinação com o tratamento compressivo – uso de meias compressivas. Os medicamentos ajudam a aumentar a força das paredes das veias, e ajudam a diminuir a dor, a comichão e a sensação de pernas pesadas, enquanto que as meias compressivas ajudam no trabalho dos gémeos a assistir no retorno do sangue das veias para o coração e a diminuir e prevenir o inchaço. Existem de vários tipos e formas e graus de compressão, o médico ajudará a decidir qual o melhor tipo para cada caso.



Para mais informações:

http://spacv.org/ - Sociedade Portuguesa de Angiologia e Cirurgia Vascular

 

sábado, 10 de outubro de 2020

 O novo Programa Nacional de Vacinação (PNV) entrou em vigor no dia 1 de outubro, alargando o acesso da população à vacinação contra a meningite B, as infeções causadas pelo vírus do Papiloma humano e a gastroenterite aguda por rotavírus.  

A vacina contra doença invasiva por Neisseria meningitidis do grupo B (vacina MenB) é, assim, alargada a todas as crianças, sendo administrada aos 2, 4 e 12 meses de idade. Esta alteração aplica-se a todas as crianças nascidas a partir de janeiro 2019, que poderão iniciar ou completar o esquema de vacinação adequado à idade, de acordo com a sua história vacinal.  

Adicionalmente, o novo PNV contempla o alargamento da vacina contra infeções por vírus do Papiloma humano (vacina HPV) ao sexo masculino, aos 10 anos de idade, com um esquema vacinal recomendado de duas doses com o intervalo de 6 meses.

O alargamento da vacina do HPV aplica-se aos rapazes nascidos a partir de janeiro de 2009, que poderão iniciar ou completar o esquema de vacinação adequado à idade, de acordo com a sua história vacinal.

Em ambos os casos, as vacinas entretanto adquiridas na farmácia não serão alvo de reembolso.

O novo PNV inclui, ainda, a vacina contra a gastroenterite aguda por rotavírus (vacina ROTA), que será administrada a crianças de grupos de risco, a partir de dezembro de 2020. Estes grupos de risco serão definidos em Norma.

Atendendo ao atual contexto de pandemia de COVID-19, os serviços de saúde darão prioridade à vacina MenB, uma vez que a maior incidência da doença ocorre nos primeiros dois anos de vida.

Devido à escassez internacional de vacinas contra HPV e no atual contexto, em 2020 será dada prioridade à vacinação dos rapazes que nasceram no 1º semestre de 2009. Estes rapazes devem aguardar convocatória pelos serviços, enquanto os nascidos no 2º semestre de 2009 e no ano de 2010 deverão aguardar para se vacinarem em 2021.


https://www.dgs.pt/em-destaque/novo-programa-nacional-de-vacinacao-ja-esta-em-vigor-.aspx